Estrias são uma das queixas mais frequentes na consulta com médica de pele em Santos. Aparecem na barriga, coxas, quadris, seios, braços — e afetam homens e mulheres de todas as idades. Se você está procurando laser para estrias em Santos, este artigo explica como o tratamento funciona, o que esperar de resultado e quando vale a pena começar.
A Dra. Maria Cecília Campedelli (CRM-SP 59521) atende na Av. Anna Costa 493, Cj 85, Gonzaga, Santos-SP, e avalia cada caso de forma individualizada antes de indicar qualquer protocolo.
O que são estrias e por que aparecem
Estrias são cicatrizes atróficas que se formam quando as fibras de colágeno e elastina da derme se rompem por estiramento rápido da pele. A pele superficial (epiderme) permanece intacta, mas a camada de sustentação abaixo dela se degrada — e esse dano aparece como estrias visíveis.
Os gatilhos mais comuns incluem:
- Crescimento rápido na adolescência — estrias de crescimento aparecem principalmente nos joelhos, quadris e costas
- Ganho de peso ou gestação — o estiramento da pele na barriga, seios e coxas rompe as fibras dérmicas
- Ganho de massa muscular rápido — comum em praticantes de musculação, especialmente nos braços e ombros
- Uso de corticoides — tanto tópicos quanto sistêmicos enfralecem a estrutura dérmica
- Fatores genéticos —有些人 tem colágeno e elastina com menor resistência ao estiramento
É importante entender que estrias não são gordura, não são celulite e não têm relação com a quantidade de gordura corporal. São lesões dérmicas — e por isso precisam de tratamentos que atinjam a camada profunda da pele.
Estrias vermelhas vs. estrias brancas: por que isso importa
Nem todas as estrias são iguais. A cor da estria indica o estágio em que ela se encontra e influencia diretamente a resposta ao tratamento.
Estrias vermelhas ou rosadas (striae rubrae)
São estrias recentes, com menos de 6 meses a 1 ano. A área ainda apresenta inflamação ativa e vasos sanguíneos visíveis. Nessa fase, o colágeno ainda está sendo produzido — o que significa que a pele tem maior capacidade de resposta ao tratamento. Laser e microagulhamento funcionam melhor neste estágio.
Estrias brancas ou prateadas (striae albae)
São estrias crônicas, já consolidadas. A inflamação cessou, os vasos se retraíram e a área se tornou fibrótica — ou seja, substituída por tecido cicatricial com colágeno desorganizado. O tratamento é mais lento e exige mais sessões, mas ainda é possível melhorar a textura e a aparência.
Avaliar a cor e o tempo de vida das estrias é o primeiro passo da consulta. Isso define qual tipo de laser será utilizado, quantas sessões serão necessárias e quais resultados realistas.
Como funciona o laser para estrias
O laser atua criando microcanais controlados na pele, o que ativa a resposta de cicatrização do organismo. O corpo interpreta esses microcanais como uma lesão e começa a produzir colágeno novo e organizado na área tratada. Com o passar das sessões, o tecido fibrótico da estria é parcialmente substituído por colágeno mais alinhado — o que melhora textura, profundidade e cor.
Os equipamentos mais utilizados para estrias incluem:
Laser CO2 fracionado
O laser CO2 fracionado é considerado o padrão-ouro para estrias brancas e antigas. Ele emite feixes de luz infravermelha que vaporizam microcolunas de tecido, estimulando a renovação profunda. Por ser mais agressivo, exige anestesia tópica e um período de recuperação de 5 a 10 dias. Funciona bem para estrias profundas e consolidadas.
Laser de erbium fracionado
O laser de érbio fracionado tem perfil semelhante ao CO2, porém com menos dano térmico lateral. É uma opção para peles mais sensíveis ou quando o tempo de inatividade é uma preocupação. A recuperação é mais rápida, mas o número de sessões pode ser ligeiramente maior.
Laser não ablativo fracionado
Lasers não ablativos (como 1540nm ou 1550nm) trabalham sem destruir a superfície da pele. Eles aquecem a derme e estimulam colágeno sem causar ferida aberta. São indicados para estrias mais recentes (vermelhas ou rosadas) e para pacientes que não podem se afastar da rotina. A recuperação é mínima — vermelhidão leve por 1 a 2 dias.
A escolha do equipamento depende do tipo de estria, da região do corpo, do tom de pele e da disponibilidade de recuperação. Na Campedelli Dermatologia, a médica de pele define o protocolo após avaliação clínica.
O que esperar durante e após o procedimento
Antes da sessão, a pele é limpa e a anestesia tópica é aplicada 30 a 40 minutos antes. O procedimento em si dura entre 20 e 40 minutos, dependendo da extensão da área.
Após a aplicação:
- Primeiras 24 a 48 horas: vermelhidão, inchaço leve e sensação de calor na área. Semelhante a uma queimadura solar leve
- Dias 3 a 7: descamação fina e formação de crostas superficiais (no caso de laser ablativo). Não arrancar — a pele se renova sozinha
- Após 7 dias: a pele se regenera e fica levemente rosada. Protetor solar é obrigatório
- Resultado progressivo: o colágeno novo leva de 3 a 6 meses para se organizar. Os resultados aparecem gradualmente entre as sessões
O desconforto pós-procedimento é controlado com hidratantes, compressas frias e, quando necessário, analgésicos simples. A maioria dos pacientes retorna às atividades normais em 2 a 5 dias (laser ablativo) ou no mesmo dia (laser não ablativo).
Quantas sessões são necessárias
Não existe um número fixo. O protocolo depende de três fatores:
- Tempo de vida das estrias: estrias recentes (vermelhas) respondem em menos sessões — geralmente 3 a 4. Estrias antigas (brancas) podem exigir 5 a 6 sessões ou mais
- Profundidade e extensão: estrias profundas e extensas requerem mais sessões do que estrias superficiais e localizadas
- Resposta individual: a produção de colágeno varia entre pessoas. Fatores como idade, alimentação, tabagismo e uso de medicamentos influenciam a resposta
O intervalo entre sessões é de 4 a 6 semanas — tempo necessário para que o colágeno novo se organize antes de ser estimulado novamente.
Laser para estrias na gestação e pós-parto
Durante a gestação, o laser não é indicado. A pele está em processo de estiramento ativo e qualquer intervenção pode ser contraproducente. O momento certo para começar o tratamento é após o parto, quando a pele estabiliza e a amamentação não é um fator limitante.
No pós-parto, muitas pacientes desenvolvem estrias na barriga, seios e coxas. O laser pode ser iniciado a partir de 3 a 6 meses após o parto, desde que a pele tenha se estabilizado. Estrias recentes do pós-parto costumam responder melhor do que estrias crônicas.
Outros tratamentos complementares para estrias
O laser é o tratamento com maior nível de evidência para estrias, mas em alguns casos pode ser combinado com outras abordagens:
Microagulhamento
O microagulhamento utiliza agulhas finas que perfuram a pele em profundidade controlada, estimulando a produção de colágeno. Pode ser usado como alternativa ao laser ou como complemento, especialmente em áreas menores ou em peles mais escuras onde o risco de hiperpigmentação é maior.
Peeling químico
Peelings com ácido retinóico ou TCA ajudam na renovação superficial da pele e podem melhorar a textura de estrias mais finas e superficiais. Funcionam melhor como complemento do que como tratamento isolado.
Radiofrequência
A radiofrequência fracionada aquece a derme e estimula colágeno sem agressão à superfície. É uma opção para pacientes que não podem ter período de inatividade.
Cuidados tópicos
Cremes com ácido retinóico, vitamina C e peptídeos podem ajudar na textura da pele, mas sozinhos não substituem o laser. O protetor solar FPS 50+ é essencial durante todo o protocolo — a exposição solar sem proteção piora a aparência das estrias e compromete o resultado do tratamento.
Quando começar o tratamento de estrias
A resposta curta: quanto antes, melhor. Estrias recentes (vermelhas ou rosadas) respondem significativamente melhor ao tratamento do que estrias brancas e antigas. Quanto mais tempo a estria fica sem tratamento, mais o colágeno se organiza de forma desordenada e mais difícil é reverter.
Se você notou estrias novas — especialmente durante uma gestação, após ganho de peso ou na adolescência — vale a pena agendar uma avaliação com a médica de pele para discutir o momento certo de iniciar.
Quer saber se o laser é indicado para as suas estrias?
Agende uma avaliação com a Dra. Maria Cecília Campedelli. Cada caso é avaliado individualmente — tipo de estria, tom de pele, histórico e expectativa entram no planejamento.
Agendar pelo WhatsAppPerguntas frequentes sobre laser para estrias
O laser elimina estrias completamente?
O laser não elimina estrias por completo, mas reduz significativamente a profundidade, a textura e a diferença de cor entre a estria e a pele ao redor. Os resultados variam conforme o tempo de vida da estria, o tipo de pele e a aderência ao protocolo. Estrias mais recentes (avermelhadas ou rosadas) costumam responder melhor do que estrias brancas e antigas.
Quantas sessões de laser são necessárias para tratar estrias?
O protocolo varia de 3 a 6 sessões, com intervalos de 4 a 6 semanas entre cada uma. O número exato depende da extensão das estrias, da profundidade e da resposta individual da pele. A médica de pele define o plano após avaliação clínica na consulta inicial.
Laser para estrias dói?
O procedimento é realizado com anestesia tópica aplicada 30 a 40 minutos antes da sessão. A sensação durante a aplicação é de calor intenso e leve ardor, tolerável na maioria dos casos. O desconforto pós-procedimento é leve e pode ser aliviado com compressas frias e hidratantes específicos.
Qual a melhor época do ano para tratar estrias com laser em Santos?
Outono e inverno são os períodos mais indicados em Santos, pois a menor incidência solar reduz o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória. O uso de protetor solar FPS 50+ na área tratada é obrigatório durante todo o protocolo, independentemente da estação.
Quanto custa o laser para estrias em Santos?
O valor depende da área tratada e do número de sessões do protocolo. Na Campedelli Dermatologia, no Gonzaga em Santos-SP, a avaliação inicial define o tratamento personalizado e os custos. Agende pelo WhatsApp (13) 99708-2585.